Você voltou a trabalhar depois de um acidente, mas ficou com alguma limitação ou dificuldade que antes não tinha?
Mesmo que você tenha voltado ao trabalho, uma sequela permanente que reduza a sua capacidade para a atividade que exercia pode precisar ser analisada para fins de auxílio-acidente.
Eu analiso o acidente, as sequelas e o seu histórico no INSS para verificar se o benefício pode ser devido no seu caso.
No auxílio-acidente, a pessoa pode estar trabalhando. O que precisa ser analisado é se, depois da consolidação das lesões decorrentes do acidente, ficou uma sequela permanente que reduziu sua capacidade para o trabalho que exercia habitualmente.
A pergunta não é apenas “você consegue trabalhar?”. É também “o acidente mudou a forma como você consegue realizar o seu trabalho?”.
Dependendo da situação previdenciária, acidentes de trânsito, domésticos, esportivos ou de outra natureza também podem ser analisados.
O que importa é verificar as consequências do acidente, a redução da capacidade para a atividade habitual e os demais requisitos do benefício.
Uma limitação na mão, no braço, no joelho ou em outra parte do corpo pode ter impactos completamente diferentes dependendo da atividade profissional exercida.
É por isso que eu preciso entender não apenas qual sequela ficou, mas o que você fazia no trabalho antes e o que mudou depois do acidente.
Em alguns casos, a pessoa recebe benefício por incapacidade durante o período de recuperação e retorna ao trabalho com uma sequela permanente.
O fim do afastamento não significa que a situação previdenciária terminou ali.
Ainda não consegue trabalhar? Veja os benefícios por incapacidade
Me conte o que mudou no seu trabalho depois do acidente. Vou analisar seu histórico e seus documentos para verificar a sua situação.
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