Perdeu alguém da sua família e precisa saber se tem direito à pensão por morte?
O direito à pensão depende da situação de quem faleceu e da relação que você tinha com essa pessoa. Casamento, união estável, filhos, contribuições ao INSS e até a data em que elas foram feitas podem mudar a análise.
Eu analiso esse histórico para verificar o direito à pensão e te orientar sobre os próximos passos.
A análise não se resume à última contribuição. É preciso reconstruir o histórico e verificar, por exemplo, se ainda existia proteção previdenciária na data do falecimento ou se já havia sido preenchido algum direito que possa interferir na análise.
Casamento e união estável podem gerar direito, mas os requisitos e a documentação precisam ser analisados.
Idade, eventual deficiência ou invalidez e outras circunstâncias podem interferir no direito e na duração do benefício.
Em determinadas situações, podem ter direito, desde que preenchidos os requisitos e demonstrada a dependência econômica exigida.
Existem hipóteses específicas em que o direito pode ser analisado, observados os requisitos legais.
A união estável pode gerar direito à pensão por morte, mas pode ser necessário demonstrar a existência da relação.
Eu analiso o conjunto das provas para entender o que já existe e o que será necessário demonstrar no pedido.
De um lado, está a situação previdenciária de quem faleceu. Do outro, a relação e a condição de quem está pedindo a pensão.
Me conte um pouco sobre a situação. Vou analisar o histórico e os documentos para te orientar sobre os próximos passos.
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