Minha trajetória no Direito Previdenciário começou há 16 anos.
Eu não comecei a carreira sabendo que seria essa a área que escolheria. Recém-formada, trabalhava com processos cíveis, trabalhistas e previdenciários quando surgiu a oportunidade de me especializar em Direito Previdenciário.
Foi ali que fiz a minha escolha.
Desde então, foram anos estudando, atendendo e acompanhando casos muito diferentes. E quanto mais eu conhecia o Previdenciário, mais percebia o quanto uma orientação correta pode mudar a vida de uma pessoa.
Foi também assim que desenvolvi a forma como trabalho hoje: eu escuto primeiro e procuro enxergar além do pedido que o cliente trouxe.
Às vezes, alguém chega procurando um benefício e, quando analisamos todo o histórico, descobrimos que existe um caminho melhor.
Meu objetivo é buscar o melhor resultado previdenciário para o cliente. E existe uma regra que eu levo comigo: se uma estratégia não for boa para o cliente, também não é um bom trabalho para mim.
Recém-formada, eu trabalhava em um escritório que atendia demandas cíveis, trabalhistas e previdenciárias. Fazia um pouco de tudo e ainda não havia escolhido uma área para chamar de minha. Foi nessa época que surgiu a oportunidade de cursar uma especialização em Direito Previdenciário na mesma faculdade onde estudei. Era um curso novo, e foi ali que, de fato, começou a minha trajetória na área.
A partir dali, fui me aperfeiçoando e estudando caso a caso. Saí daquele escritório e segui em sociedade com uma colega: eu cuidava dos processos trabalhistas e previdenciários e ela da área cível. A sociedade terminou em 2014, quando tive minha filha, mas continuei trabalhando de forma autônoma.
Em 2019, passei a integrar um escritório com forte atuação trabalhista e que também possuía demandas cíveis e previdenciárias. Em cerca de um mês, assumi a carteira previdenciária. Com o crescimento das contratações e dos resultados da área, tornei-me coordenadora e, depois, sócia. Liderei uma equipe formada por advogado e estagiárias, além da colaboração de outras advogadas.
Depois dessa trajetória, decidi voltar à advocacia autônoma para realizar um propósito que vinha amadurecendo: estruturar meu próprio escritório e construir uma atuação previdenciária cada vez mais alinhada à forma como acredito que o cliente deve ser atendido.
Experiência me trouxe conhecimento técnico, mas também me ensinou a não presumir que já sei a resposta antes de conhecer o caso.
Cada pessoa chega com uma história previdenciária diferente. Meu trabalho é entender essa história, identificar as possibilidades e orientar com clareza e responsabilidade.
Gosto de trabalhar com escuta ativa e ir além do objetivo que o cliente trouxe. Às vezes, a análise completa revela um caminho previdenciário melhor do que aquele inicialmente imaginado.
Meu trabalho precisa fazer sentido primeiro para o cliente. Já houve situações em que a melhor estratégia significava abrir mão de valores atrasados para conseguir uma renda mensal melhor. Em outras, depois da análise, minha orientação foi não seguir com determinado pedido.
Quero que quem me procura se sinta seguro para tomar uma decisão sabendo que recebeu uma orientação técnica, justa e pensada para o seu caso.
Me conta o que está acontecendo. Vou entender a sua situação e te orientar sobre os próximos passos.
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